Nesta semana houve uma briga, um desacordo, desentendimento. Eu acreditava que merecia um pedido de desculpas enquanto ele não fazia a menor idéia de que me devia um.
Às vezes o egoísmo me assusta; principalmente se ele não é notado, se não é por querer. Isso porque quando fazemos algo intencionalmente, normalmente a ação é pior do que o que faríamos se estivéssemos agindo com naturalidade. No meu humilde entender, se eu quero machucar, vou agir em função disso. Mas se eu machuco sem querer, há um problema de aceitação daquilo; de que aquela atitude é normal. Eu sei, estou confusa hoje, mas só quero registrar que um pedido de desculpa vale muito para mim. Eu prezo que as pessoas entendam seus erros, admitam e se redimam por tê-los cometido. Assim como eu faço.
Infelizmente ainda tenho muito a aprender sobre comportamento. Gostaria de ser daquelas pessoas que "fazem sem esperar nada em troca", mas não. Eu espero. Aliás, é o mínimo que espero! Um grave erro, eu sei. Se eu te ajudei, espero que você me ajude na mesma medida; ou mais. Não me dê menos do que te dei; não sei aceitar esmola ainda. E quando sou desiludida, meu mundo cai. Se te peço desculpas, exijo desculpas em troca. Com consciência do por quê está me pedindo, assim como o faço.
Não estava brava; estava chateada, magoada. Se eu te ajudei, me ajude também. Pessoas precisam de pessoas. Lembre-se de quando você precisou de mim e aja como gostaria que eu tivesse agido (e como agi) naquele momento. Como disse, "solos de guitarra não vão me conquistar". Mas depois que você entendeu e se redimiu, obrigada pelas flores e pelo Sonho de Valsa; estavam lindas e gostoso, respectivamente.
"Mesmo querendo, eu não vou me enganar.
Eu conheço os seus passos; eu vejo os seus erros.
Não há nada de novo. Ainda somos iguais!
Então não me chame; não olhe pra trás."

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